Em sociedades primitivas o ingresso na vida adulta é levado a ferro e fogo. Nessas culturas, seus habitantes só serão realmente homens se passarem por uma prova capaz de colocar em jogo coragem, resistência à dor e força.
Ainda hoje tribos em todo planeta realizam ritos que representam a entrada no mundo masculino. Vamos falar sobre algumas dos mais sofríveis e bizarros ritos de passagem para um menino se tornar homem em diferentes sociedades tribais:
Mão cheia de formigas (Brasil)
A tribo indígena Sateré Mawé vive na Amazônia, e é reconhecida como um dos primeiros povos a cultivarem o guaraná. Dentro de suas tradições, para virar homem, tem que colocar a mão no fogo. Ou melhor, nas formigas. O ritual de iniciação de um garoto é feito com danças, cantos e uma luva transbordando de tocandiras (formigas com poderosos ferrões capazes de causar dor e tremores por mais de 24hs).
O futuro homem deve vesti-la e ser picado 20 vezes na mão. Isso leva uns dez minutos. E não pode emitir nenhum gemido de dor. O rito serve para provar sua coragem, força e resistência à dor. Normalmente, a prova é acompanhada por índias solteiras que cantam e dançam em busca de maridos fortes e corajosos.
FONTE
Ainda hoje tribos em todo planeta realizam ritos que representam a entrada no mundo masculino. Vamos falar sobre algumas dos mais sofríveis e bizarros ritos de passagem para um menino se tornar homem em diferentes sociedades tribais:
Mão cheia de formigas (Brasil)
A tribo indígena Sateré Mawé vive na Amazônia, e é reconhecida como um dos primeiros povos a cultivarem o guaraná. Dentro de suas tradições, para virar homem, tem que colocar a mão no fogo. Ou melhor, nas formigas. O ritual de iniciação de um garoto é feito com danças, cantos e uma luva transbordando de tocandiras (formigas com poderosos ferrões capazes de causar dor e tremores por mais de 24hs).
O futuro homem deve vesti-la e ser picado 20 vezes na mão. Isso leva uns dez minutos. E não pode emitir nenhum gemido de dor. O rito serve para provar sua coragem, força e resistência à dor. Normalmente, a prova é acompanhada por índias solteiras que cantam e dançam em busca de maridos fortes e corajosos.
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